No quarto pouca luz
a janela me seduz. 
Conduzo-me à ela
com o corpo quente
e nu
de quem acaba de acordar
e que novo ar. 
Re-significo-me no espreguiçar.
esfria o vento
o peito…
Era tarde quente
de vento lento.
Sobrevoam-me pensamentos,
bons e intensos
O céu quase azul
colorido de blue
Achava nuvens, 
pequenas pipas
flagelantes
e Eu latejante,
com céu tão elegante…
Partem-me o coração
aquelas cantorias
de aves (in)formes;
Logo anoiteceria!
e eu sabia
o que faria.
Enrolo-me na toalha,
para no banho sentir
a noite que logo 
estaria por vir. 

Andréia Maressa
20 de janeiro de 2016.

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